domingo, 27 de setembro de 2026

FIA WEC 2026 - Toyota e BMW vencem as 6 Horas de Fuji


(Foto: Toyota/ Twitter)

Grande vitória da Toyota nas 6 Horas de Fuji, sexta etapa do FIA WEC. A conquista veio através de uma ótima estratégia de box no último stint, quando a equipe optou em não trocar os pneus do n°8. Ryo Hirakawa, no comando do Toyota, aguentou bem a pressão exercida pelo até então grande favorito que era a Alpine que liderou boa parte da prova sempre com dobradinha. Victor Martins, no Alpine n°36, pressionou Hirakawa nas voltas finais, mas surtiu efeito.

O que eles disseram:

Kamui Kobayashi (Chefe de Equipe e piloto do carro nº 7) : “Vencer em Fuji é muito importante para nós, então parabéns a toda a equipe por esta vitória, e em especial à equipe do carro nº 8, que fez uma corrida muito forte. Todos trabalharam muito para isso e lutamos até o fim. Para o nosso carro, foi um dia um pouco difícil e acho que não fizemos uma corrida limpa o suficiente. Estávamos um pouco abaixo do ritmo no geral, então estávamos sempre correndo atrás e isso definiu o nosso dia.”

Mike Conway (Piloto, carro nº 7) : “Um ótimo resultado no final para o carro nº 8. Eles mereceram essa vitória depois de uma ótima jogada na última parada, ultrapassando todos nos boxes. Parabéns a eles. Como equipe, marcamos bons pontos hoje e vencemos diante de nossa torcida, o que é sempre ótimo. A penalidade nos tirou da disputa pelo título. Infelizmente, isso significa que perdemos terreno no campeonato de pilotos, mas ainda faltam duas corridas e faremos o nosso melhor para voltar ao topo.”

Nyck de Vries (Piloto, carro nº 7) : “Este é um ótimo resultado para a equipe e estou muito feliz que a TOYOTA RACING tenha conseguido vencer em casa, no Japão. Acho que isso deixa todos muito, muito orgulhosos. Marcamos alguns pontos com o nosso carro, mas é claro que esperávamos mais. Acho que várias coisas poderiam ter sido diferentes e melhor executadas, mas isso faz parte das corridas. Precisamos nos concentrar na grande vitória da equipe e celebrar um dia muito bom para o time.”

Sébastien Buemi (Piloto, carro nº 8) : “Esta é uma das nossas melhores vitórias em muito tempo. Estou muito orgulhoso dela, especialmente porque foi completamente inesperada na parte final da corrida. A equipe tomou uma ótima decisão na última parada nos boxes e isso foi o suficiente para nos colocar à frente de todos. Uma jogada estratégica incrível. E, claro, o Ryō manteve todos atrás e não cometeu nenhum erro em condições difíceis. No geral, foi uma vitória incrível.”

Brendon Hartley (Piloto, carro nº 8) : “Que corrida incrível e que vitória em casa! Estou muito feliz pelo Ryō ter conquistado a vitória em casa. É uma sensação maravilhosa que vamos aproveitar por um bom tempo. Não tínhamos o ritmo ideal, mas com uma boa execução, sem erros na pista e uma estratégia fantástica no final, conseguimos a vitória em casa. Um enorme agradecimento a todos da equipe.”

Ryō Hirakawa (Piloto, carro nº 8) : “É incrível estar no degrau mais alto do pódio diante dos nossos fãs. Claro, sempre lutamos pela vitória, mas até o último safety car, parecia impossível. A equipe fez um ótimo trabalho na estratégia. Esta vitória é para eles. As últimas voltas foram realmente estressantes. As condições da pista estavam bem complicadas e o Alpine estava se aproximando muito rápido. Consegui controlar a situação, então estou muito feliz, especialmente em Fuji. É uma sensação muito especial e também é bom para o Campeonato Mundial.”



(Foto: BMW M Motorsport/ Twitter)

Na LMGT3 Augusto Farfus, ao volante do BMW n°32, fez o stint final de forma primorosa e levou seus outros dois companheiros de BMW, Sean Gelael e Darren Leung, a uma vitória que não conquistavam desde as 6 Horas de Ímola de 2024.

O que eles disseram:

Augusto Farfus - “Mantivemos um bom ritmo durante toda a corrida. Sem ser ultrarrápidos, fomos suficientemente competitivos, mas todas as intervenções do safety car, reais ou virtuais, aconteceram no momento errado para nós.

Na última parada nos boxes, eu estava em sexto lugar, mas tinha uma vantagem nos pneus, mesmo que não seja tão acentuada neste circuito. Então, eu realmente precisava fazer a diferença nas curvas.

Não foi fácil, porque não tínhamos o carro mais rápido. Tive que arriscar, mas disse a mim mesmo que aquele era o dia.

Estou muito satisfeito com o que conquistamos. Estávamos esperando por essa vitória há muito tempo.”

Vincent Fosse - “Tivemos uma corrida muito boa até a última parada nos boxes, onde encontramos um problema que nos fez perder tempo com os dois carros.

Mas Augusto fez uma atuação excepcional, levando-nos à frente da corrida. Foi uma exibição incrível. Agradecemos a ele por nos dar a vitória.”

Darren Leung - “Essa vitória é realmente enorme, porque tivemos um campeonato absolutamente péssimo este ano e, portanto, o objetivo mudou simplesmente para 'só precisamos de um resultado.

Superamos muita má sorte. Teria sido muito frustrante não conseguir nenhum resultado este ano, depois de todo o trabalho árduo que dedicamos. Significa tudo para nós.”

A próxima etapa do FIA WEC será em Barcelona nos dias 16, 17 e 18 de outubro

quinta-feira, 10 de setembro de 2026

Foto 1049 - Ao nosso Grande Mestre

 

(Foto: Lucas Lacaz Ruiz/ Folha Press)

É bem provável que a primeira vez que eu ouvi algo sobre o Claudio Carsughi tenha sido no inicio dos anos 1990. O meu saudoso pai ligava no antigo Jornal de Esportes, programa esportivo da Jovem Pan AM 620, que passava do meio dia até as 13:30. Além do tradicional noticiário do futebol, também havia os de Fórmula-1 que era falado ora pelo Reali Júnior, Nilson César, Flávio Gomes e ao final sempre tinha aquele arremate clássico de Claudio Carsughi com seus comentários pontuais. 

O rádio sempre fez parte da minha vida, especialmente o AM - costumo dizer que fui um adolescente diferente dos demais: enquanto que os outros ouviam os últimos lançamentos das músicas na FM, eu ficava de ouvido atento na AM, acompanhando os noticiários de tudo que fosse abordado. A partir de 1994, especialmente após a morte de Ayrton Senna, a minha relação com o automobilismo se estreitou de forma ainda mais forte do que antes e a Rádio Jovem Pan passou a ser a minha rádio de cabeceira, me acompanhando noite e dia sem parar. 

Dessa forma, ficava mais fácil acompanhar os comentários do Carsughi na programação esportiva da antiga Rádio Pan-Americana da qual ele ingressara em 1957 e viria a se tornar uma das principais vozes daquele local, ainda que tenha sido de forma não linear já que ele saíra e voltara para lá em algumas oportunidades. Mesmo que eu não comprasse as revistas, mas tivera contato com elas posteriormente, seus textos na Quatro Rodas foram lidos com muita atenção por este que vos escreve. 

Neste período todo, acompanhei boa parte da carreira do Mestre na Jovem Pan. Foram 21 anos acompanhando de forma religiosa todo seu trabalho ali, absorvendo o máximo de um aprendizado que talvez pagasse caríssimo em alguma faculdade. A fala suave e ao mesmo tempo marcante, prendia a nossa atenção e fazia com que o ouvinte aprendesse muito sobre o mundo dos carros e automobilismo de forma simples. Não posso mentir que ele, junto de Reginaldo Leme e Francisco Santos, foram pilares importantes para que escrevesse algumas linhas sobre o motorsport, seja nos meus cadernos ali nos anos 1990, seja aqui no Volta Rápida ou em outros locais onde pude rabiscar um pouco da história desse esporte e também opinar sobre. 

Com o passar dos anos, fui deixando de lado a escrita e cuidando de outra paixão que é a fotografia. Curiosamente, isso acabou me levando de encontro a família do Mestre ao conhecer a sua neta Gabriela e a sua mãe Claudia durante as 6 Horas de São Paulo de 2024. Nessas gratas coincidências da vida, pude colaborar naquela edição e na de 2025 com fotos para as matérias que foram assinadas pela Gabriela no Portal Carsughi. Não tive a oportunidade de conhecer o Mestre pessoalmente, mas aqui fica um enorme orgulho de ter colaborado brevemente para o site de um dos grandes ícones da nossa crônica esportiva. Como a vida ainda nos reserva grandes surpresas, pude empunhar o microfone da Jovem Pan durante a transmissão das 24 Horas de Le Mans deste ano na parte da madrugada junto dos meus amigos Matheus Furlan e Rodrigo Carelli, realizando um dos sonhos que foi ter ido à rádio e que tentei na metade dos anos 2000 onde, certamente, teria conhecido o Mestre e outros grandes nomes.

A Gabriela e sua mãe Claudia, familiares e amigos que conviveram com ele, minhas condolências. E hoje me despeço dessa legenda escrevendo um simples texto, mas carregado de ótimas lembranças e emocionado. Por outro lado, feliz que tenha me inspirado tanto a escrever - e falar - sobre o nosso esporte a motor que tanto amamos.  

Ao nosso Grande Mestre, todo carinho e respeito sempre. 

quarta-feira, 9 de setembro de 2026

Foto 1048 - Escuderia Bandeirantes, Zandvoort 1952


Um dos momentos de parte da Equipe Bandeirantes no primeiro GP da Holanda de Fórmula 1, onde Chico Landi (de boina) ajuda a empurrar o Maserati A6GCM com o piloto da casa, Jan Flinterman, no comando. Gino Bianco, de boné branco, está na ajuda. 

A Holanda conseguiu para aquele ano de 1952 a sua ingressão no Campeonato Mundial de Fórmula-1 utilizando o então ainda novo circuito de Zandvoort, que fora inaugurado em 1948. Para aquele primeiro GP holandês os patrocinadores locais foram em busca de alugar um assento para um piloto local, conseguindo junto da Escuderia Bandeirantes um de seus A6GCM. Inicialmente, os nomes de Jan Flinterman e Maurice Gatsonides eram os mais cotados e no final acabou que o cockpit de um dos Maserati acabara ficando para Flinterman. Apesar da Escuderia Bandeirantes ter levado quatro Maserati A6GCM, três para Chico Landi, Jan Flinterman e para o piloto uruguaio e um dos fundadores da Escuderia, Eitel Cantoni, este acabou cedendo seu lugar para o brasileiro Gino Bianco. O quarto Maserati acabou ficando sobressalente. 

Flinterman veio da aviação onde teve atuação destacada durante a 2ª Guerra Mundial ao ser piloto da força aérea holandesa sendo, inclusive, condecorado ao final. Tornou-se instrutor de vôo e neste período ingressou no automobilismo competindo em provas na Holanda à bordo de um Cooper. 

Na corrida, Jan Flinterman conseguiu qualificar-se na 15ª posição - uma a frente de Landi - e na corrida ele teria problemas de motor em seu Maserati #20 na volta 7. Algumas voltas depois, Chico Landi acabou entregando o seu #16 para Flinterman e a dupla terminaria na nona posição. Gino Bianco, no outro Maserati, abandonou na volta 4 com falhas no câmbio - além de Flinterman, os holandeses tiveram a presença de Dries Van Der Lof que pilotou um HWM Alta e terminou na 12ª posição. 

Após essa participação no GP holandês, Flinterman encerrou a sua carreira e concentrou forças definitivamente na aviação.

Já a Escuderia Bandeirantes, continuou na categoria até 1953. 

sábado, 13 de junho de 2026

94ª 24 Horas de Le Mans - 1ª à 4ª Hora


- Carros em volta de apresentação

- Inicia a 94ª 24 Horas de Le Mans 

- Cadillac #12 assume a ponta na Hypercar, seguido pela BMW #15

- BMW #20 assume a liderança, seguido pelo #12 da Cadillac; mais atrás a Cadillac #38 abre caminho entre o pelotão, assim como a Ferrari

- As Lexus vão bem na LMGT3 com os dois em segundo e terceiro. A liderança na classe é do Aston Martin #27

- As Toyota em batalha contra o Genesis #17 pela 12ª posição; O Toyota #7 subiu para 12º.

- René Rast, no comando do BMW #20, leva nove décimos de vantagem sobre o Cadillac #12 de Will Stevens. A terceira posição é do BMW #15

- Na LMP2 a liderança é do #28 da Idec Sport, seguido pelo #30 da Duqueine e o #4 da Crowdstrike

- Earl Bamber, no comando da Cadillac #8, na cola do Cadillac #101 de Filipe Albuquerque na briga pela quinta posição

- Alpine #35 é o terceiro, passando pelo BMW #15 que parece estar sem ritmo nesse momento

- A repetição da batalha entre as Ferrari 499P oficiais após a largada


- Continua a queda do BMW #15 que desce para quinto, perdendo a quarta posição para o Cadillac #101 da Wayne Taylor

- René Rast pegando tráfego neste momento, ao mesmo tempo que a Ferrari #51 se aproxima do Cadillac #38 pela sexta posição

- Toyota #7 nos boxes para a sua parada

- Cadillac #38 assume a quinta posição, deixando o BMW #15 para os ataques da Ferrari #51
- Toyota #8 em sua parada também. Equipe japonesa entrando em outra janela de trabalho, aparentemente

- BMW #15 caindo para sétimo, sendo superado pela Ferrari #51
- Neste momento, várias paradas de box reunindo os LMP2 e LMGT3

- Akkodis liderando as duas primeiras posições na LMGT3

- Mercedes #61 rodou e retornou; logo adiante ele acaba batendo na barreira de pneus na segunda perna da primeira chicane, danificando a dianteira

- Repetição da parada de box do Toyota #7 


- O BMW #20, líder da Hypercar, em trabalho de box

- Com as paradas de box, a Toyota assume o comando com o #8

- Batalha entre o Toyota #7 e o Cadillac #38 pela quarta posição

- Diferença entre o Alpine #35 que é o terceiro para o Toyota #7 o quinto, é de quatro décimos

- BMW #20 à três segundos do Toyota #8, que lidera a Hypercar neste momento

- Batalha pesada entre o Alpine #35, Cadillac #38 e Toyota #7 pela terceira e quartas posições

- Ferrari #51 arriscando tudo para assumir a oitava posição sobre a BMW #15

- Fim da primeira hora em Le Mans - Classificação



- A diferença do Toyota #8 sobre o BMW #20 é de oito segundos

- Toyota #7 em parada de box

-Toyota #8, que estava liderando, está em sua parada de box

- O #28 da IDEC também em parada de box

- Porsche #92 da Manthey dentro da garagem, com a parte dianteira sendo desmontada. Ao mesmo tempo, o #91 fazendo a sua parada

- Vários Hypercar parando nos boxes. A liderança neste momento é do BMW #20

- BMW #20, Cadillac #12 e #101, Ferrari #51 e #83 e suas paradas de box. Com isso, a Toyota #8 volta à liderança

- A liderança na LMP2 continua com o #28 da IDEC, seguido pelo #30 da Duqueine e pelo #43 da InterEuropol

- Na LMGT3 a liderança é do Lexus #78, seguido pelo BMW #69 e pelo Ford Mustang #77

- Pietro Fittipaldi, com o #26 da Vector, supera o #99 da Ao By TF ded P.J Hyett

- Cadillac #38 se aproximando da Alpine #35 pela batalha pela terceira posição
- Toyota #7 parando nos boxes enquanto que Habsburg ganha um fôlego sobre os dois Cadillac da Hertz Team Jota
- Brendon Hartley assume o comando do Toyota #8 nessa parada de box
- Aston Martin #27 rodou na saída da primeira chicane e retornou

- Fim da segunda hora - Resultado



- Antonio Felix da Costa assumindo o comando do Alpine #35
- Ferrari #50 fez a sua parada de box e retornou
- Ferrari #51 em ataque sobre o Cadillac #101 a Wayne Taylor
- Liderança na LMP2 é do #30 da Duqueine seguido pelo #28 da IDEC e pelo #29 da Forestier By Panis
- Na LMGT3  a liderança continua com o Lexus #78 seguido pelo BMW #69 e em terceiro o outro Lexus #87
- BMW #20 que liderava, está em trabalho de box e Sheldon Van der Linde assume o posto

- Boa batalha entre o Alpine #35, Toyota #7 e as duas Ferrari #51 e #50 pela quinta, sexta e sétima posições; o Ferrari #50 acabou rodando na Tertre Rouge após um toque com um LMP2 e voltou
- A rodada do Ferrari #50 na Tertre Rouge 


- Na LMP2, a #29 da Forestier assume a segunda posição na classe

- O dois Lexus nas duas primeiras posições na LMGT3, com o #78 em primeiro e o ##87 em segundo; em terceiro aparecia o Ford Mustang #77, até ser ultrapassado pelo Porsche #91

- Toyota #7 em sua parada de box

- Ayhancan Guven continua a sua escalada assume a segunda posição na LMGT3

A arte da Porsche Motor Racing retratando uma das paradas de box do #91

- Genesis #19 fez sua parada de box, com Jean Loup Chatin assumindo o comando. Voltou em 18º na classe

- Ferrari #50 em sua parada de box neste momento; ocupava a nona posição

- Batalha entre o Ferrari #51 e o Cadillac #101 pela terceira posição

- Fim da terceira hora - Resultado



- Ferrari #83 em sua parada de box, voltando em 13º

- Ferrari #51 em sua parada, assim como o BMW #15

- Full Course Yellow

- BMW #20 realizando a sua parada de box , assim como o Cadillac #12 e o Cadillac #101. Dessa forma, neutralizam a Toyota #8

- Bandeira verde em toda pista

- A BMW #20 fez a sua parada total neste momento

- Toyota #8 é o líder na Hypercar com 25 segundos vantagem sobre o BMW #20; a terceira posição é do Cadillac #38

- A Duqueine continua liderando a LMP2 com o #30, seguido pela #29 da Forestier by Panis; em terceiro aparece a InterEuropol #343

- A LMGT3 a Porsche lidera pela primeira vez essa classe graças a grande pilotagem de Ayhacan Guven no #91; Julian Hanses é o segundo com o Mercedes #62 do Team Qtar by Iron Lynx e em terceiro o Lexus #87 com Pechito Lopez

- Aston Martin #007 pressionando o Ferrari #83 pela 12ª posição

- Ferrari #51 se toca com o #9 da Proton nos S da Dunlop

- Com esse toque, o #9 da Proton foi aos boxes para reparos; retornou em 10º na LMP2

- Toyota #8 em sua parada de box; voltou em quarto

- Cadillac #38 assume o comando da Hypercar

- Ferrari #51 leva um Drive & Through por conta do incidente com o #9 da Proton



- Ótima batalha entre o Aston Martin #27 e o Mercedes #62 pela quinta posição, com o Aston levando a melhor; Ferrari #74 chegou ameaçar o Mercedes também

- Doriane Pin assumiu o comando do #30 da Duqueine que continua na liderança da LMP2; as segunda posição trocou de mãos e agora é o #343 da InterEuropol que é o segundo, com a terceira posição ficando para o #37 da CLX Motorsport

- BMW #15 em sua parada de box

- Ferrari #83 leva time penalty de 5 segundos por saída não segura dos boxes

- Cadillac #12 realizou a sua parada de box

- Fim da quarta hora - Resultado



quinta-feira, 11 de junho de 2026

94ª 24 Horas de Le Mans - Depois do desaire, melhor tempo para a Cadillac no ultimo treino livre

(Foto: DPPI)

Pouco tempo depois de uma qualificação eletrizante que viu a posição de honra ser trocada por conta de uma infração, a Cadillac, justamente com #38 que perdera a pole, voltou para o quarto e último treino livre para ser a mais veloz e mostrar que acontecera foi apenas um acidente de percurso. 

Sebastién Bourdais colocou o #38 da Hertz Team Jota na dianteira já no final do treino livre ao anotar 3'26''843, quase dois décimos mais rápido que o BMW #20 de Robin Frijns que terminou em segundo. A Toyota apareceu bem entre os primeiros chegando a liderar essa sessão final e ficou em terceiro com o #7.

Mathieu Vaxiviere fez o melhor tempo na LMP2 à bordo do #183 da AF Corse ao marcar 3'36''111, ficando seis décimos na frente do #30 da Duqueine que teve Doriane Pin no comando. Em terceiro fechou o #37 da CLX Motorsport com mais de um segundo de desvantagem para o #183.

Na LMGT3 a Corvette passou perto de fechar a trinca nesse quarto treino livre. O melhor tempo ficou para o #33 da TF Sport com a marca de 3'55''262, seguido pelo #34 do Team Turkey by TF com três décimos de desvantagem e em terceiro aparecendo o Aston Martin #23 da Heart Of Racing, com Eduardo Barrichello no comando.

Os carros voltam para pista no sábado com a realização do Warm-up e depois com a largada para a 94ª Edição das 24 Horas de Le Mans às 11 de manhã - horário de Brasília.

Resultado - Treino Livre 4

94ª 24 Horas de Le Mans - BMW conquista a pole após punição da Cadillac

 

(Foto: Willy Chanteloup)

A volta de Jack Aitken à bordo do Cadillac #38 da Hertz Team Jota tinha sido fenomenal a ponto de garantir-lhes a pole para essa edição, ficando míseros cinco milésimos à frente do BMW #15 pilotado por Dries Vanthoor. A festa foi bonita, com os poles de cada uma das três classes subindo ao pódio para receber as medalhas, mas ao mesmo tempo na parte de baixo as coisas mudaram rapidamente quando chegou a noticia que Aitken havia perdido a sua melhor volta e agora era relegado para décimo. O que foi divulgado de primeira é que ele não respeitou as regras indicadas pelo diretor de prova ainda no inicio da sessão.

A BMW chega a uma pole que estava perdida, mas ainda sim conseguiu lutar contra a Cadillac por esta ficando cinco milésimos da posição de honra. Desde os treinos de quarta que as coisas pendiam muito para os carros alemães e americanos para conquistar a pole, e acabou não sendo diferente. O tempo alcançado por Vanthoor - que torna-se o primeiro belga a largar na pole em Le Mans desde Jacky Ickx na edição de 1983 - foi de 3'22''564, cinco décimos mais veloz que Will Stevens no Cadillac #12 da Hertz Team Jota. A terceira posição ficou para o Alpine #35, que mostrou forte ritmo para poder brigar pela pole.

A Genesis acabou sendo a grande sensação ao levar seus dois carros para a Hyperpole 2 e se posicionar em quinto com o #19, enquanto o #17 ficou em nono. Um bom inicio para uma primeira visita em Le Mans. 

Decepção ficou por conta da Toyota que não teve carro na Hyperpole 2, mas talvez tenham alguma carta na manga em relação à corrida onde realmente importa. 

A Ferrari salvou um pouco da dignidade quando o #51 salvou um lugar no Hyperpole 2 no final do HY 1, mas passou perto de ter os dois carros de fora. 

Mais um bom destaque para a Aston Martin que teve o melhor resultado entre os carros LMH ao fechar em sétimo com o #009.

Na LMP2 a pole estava nas mãos da Forestier Racing by Panis quando Esteban Masson cravou o tempo de 3'32''855, mas ele viria perder essa pole após ser punido por atrapalhar o Mclaren #58 da Garage 59 ainda na primeira parte da qualificação da quarta. 

Com isso, a pole passou para o #28 da Idec Sport que será seguido pelo #29 da Forestier Racing By Panis, e em terceiro aparece #24 da Nielsen Racing que foi pilotado nesta Hyperpole por Jack Doohan. 

Na LMGT3 a pole ficou para o Aston Martin #27 da Heart Of Racing que teve Mattia Drudi no comando e fazendo o tempo de 3'52''433, nove décimos mais veloz que o Ferrari |#21 da Vista AF Corse. Em terceiro aparece o Lexus #87 da Akkodis - que ainda tem o #78 em quarto.

Resultados: Hyperpole LMP2-LMGT3 e Hyperpole Hypercar

94ª 24 Horas de Le Mans - BMW a mais veloz ao final do TL3

(Foto: BMW Motorsports)

Esse terceiro treino livre para a realização da 94ª Edição das 24 Horas de Le Mans só reforçou a impressão de que teremos uma qualificação muito equilibrada. Se a Cadillac chegou a posicionar seus três carros nas três primeiras posições (Jota - WRT - Jota) por um certo período, a BMW e Alpine mostraram que tem ritmo para enfrentar os carros americanos e desafiá-los mais tarde na conclusão do Hyperpole que acontecerá mais tarde. 

A BMW Team WRT chegou posicionar  seus dois carros nos minutos finais, mas a Alpine se fez presente com o seu #36 ao assumir a segunda posição. Dries Vanthoor colocou o BMW #15 no topo da tabela ao cravar a marca de 3'23''302, ficando quatro décimos à frente do Alpine #36 que foi conduzido por Victor Martins nessa fase final. A Cadillac ainda conseguiu um terceiro posto através do #12 da Hertz Team Jota com Will Stevens fazendo o tempo de 3'23''816. Na quarta posição aparece o BMW #20, mostrando o bom ritmo dos carros alemães. 

Destaque positivo para a Genesis que conseguiu um ótimo quinto lugar com o tempo de com o #17, repetindo um bom andamento que foi visto na parte noturna quando o #19 foi sexto no segundo treino livre. Para uma equipe que ainda está tateando para achar um bom caminho de desenvolvimento, tem sido uma ótima jornada para eles. 

A LMP2 viu o #29 da Forestier Racing by Panis fazer o melhor tempo de 3'34''252, repetindo o feito do TL2, ficando apenas 1 milésimo à frente do #30 da Duqueine e tendo o #343 da InterEuropol na terceira posição. 

Na LMGT3, Eduardo Barrichello ditou o ritmo ao cravar o tempo de 3'53''728 com o Aston Martin #23 da Heart Of Racing, desbacando o BMW #32 do Team WRT - conduzido por Augusto Farfus - por dois décimos. Em terceiro apareceu o Lexus #83 da Akkodis.

A tarde será realizada a segunda parte da Hyperpole, que definirá os poles de cada classe.

Resultados do Terceiro Treino Livre

FIA WEC 2026 - Toyota e BMW vencem as 6 Horas de Fuji

(Foto: Toyota/ Twitter) Grande vitória da Toyota nas 6 Horas de Fuji, sexta etapa do FIA WEC. A conquista veio através de uma ótima estraté...