quinta-feira, 18 de abril de 2019

Foto 747: GP da Espanha, 1971





O GP da Espanha foi o segundo do calendário da temporada de 1971, disputado no traçado citadino de Montjuich Park. Foi um intervalo de seis semanas entre o GP espanhol e o primeiro do calendário, que foi realizado em Kyalami para a disputa do GP da África do Sul.
A prova espanhola parecia se desenhar à favor da Ferrari com a dobradinha formada por Jacky Ickx e Clay Regazzoni na primeira fila. Porém, na corrida, é que as coisas foram diferentes: Jackie Stewart (Tyrrell) estava em melhor forma naquela manhã e já era segundo nas primeiras voltas e tomaria a primeira posição de Ickx na volta 6. Stewart conseguiu abrir grande vantagem na liderança, enquanto alguns de seus rivais iam ficando pelo caminho como foram os casos de Regazzoni (abandonando na volta 13 por falha na bomba de combustível) e Mario Andretti (Ferrari) na volta 50 com problemas no motor. Apesar da aproximação de Ickx no final da prova, Stewart ainda tinha uma diferença confortável para lhe assegurar a primeira vitória na temporada e também para a Tyrrell, que vencia a sua primeira na Fórmula-1. Jacky Ickx e Chris Amon (Matra) completaram o pódio.
Esta prova também marcaria a estréia dos pneus slicks na categoria, introduzidos pela Firestone.


Fotos: Motorsport Images

Foto 746: Jochen Rindt, Hockenheim 1970

(Foto: Motorsport Images)

A celebração de Jochen Rindt (a conversar com o Duque de Metternich e o ex-piloto alemão Fritz Huschke von Hanstein) no pódio do GP da Alemanha de 1970, que venceu após uma longa batalha contra Jacky Ickx.
Foi um resultado importante para Rindt, uma vez que seus rivais diretos – Jackie Stewart e Jack Brabham – haviam abandonado. Jochen abriu 20 pontos de vantagem sobre Brabham (45x25) e 25 sobre Denny Hulme – que terminara em terceiro no GP alemão. Foi a derradeira vitória de Jochen Rindt na F1.
O piloto austríaco completaria hoje 77 anos.

quarta-feira, 17 de abril de 2019

Foto 745: GP do Pacífico, 1994







Enquanto que a Fórmula-1 visitava pela primeira vez o circuito de Aida, localizado em Okayama, para a disputa do primeiro GP do Pacifico (segunda etapa do mundial), Ayrton Senna tratava de iniciar a sua recuperação ao marcar a pole para o Grande Prêmio com a marca de 1’10’’218 sendo dois décimos mais veloz que Michael Schumacher que mais uma vez largava ao seu lado.
A tentativa de marcar seus primeiros pontos no mundial, após o desaire no GP do Brasil, acabou logo na primeira curva: ao largar mal e perder a liderança para Schumacher, Senna acabou sendo abalroado por Mika Hakkinen (Mclaren) e quando estava na brita foi acertado na lateral pelo Ferrari de Nicola Larini. Fim de prova para os dois e Ayrton zerava o seu segundo GP consecutivo.
Para Michael Schumacher, sem ter quem o desafiasse, a prova foi um verdadeiro passeio ao vencer tranquilamente. Damon Hill poderia ser um rival a considerar, mas não foi nem sombra e veio abandonar na volta 49 com problemas de câmbio. A segunda posição ficou para Gerhard Berger (Ferrari) e Rubens Barrichello (Jordan) chegou ao terceiro lugar, conquistando o seu primeiro pódio. Christian Fittipaldi (Footwork) também fez grande prova e fechou em quarto.
Essa prova marcou o inicio das desconfianças da FIA em torno de possíveis trapaças de algumas equipes, que estariam usando dispositivos eletrônicos. Nicola Larini vacilou ao falar para a imprensa que estava fazendo uso de controle de tração em sua Ferrari, o que causou enorme rebuliço. E Ayrton Senna, quando estava voltando para o box, percebeu que a Benetton também poderia estar fazendo uso do controle de tração.
Foi apenas o start de uma das temporadas mais controversas e traumáticas da Fórmula-1.


Fotos: Motorsport Images

Foto 744: GP da França, 1983


"A F1 aportou em Le Castelet abrindo a temporada européia com a realização do GP da França e como de costume, a Renault se preparou com esmero para a sua corrida caseira: Alain Prost e Eddie Cheever foram absolutos na tomada de tempos e fizeram a dobradinha para a fábrica com total folga para com os rivais. A prova em si foi um passeio solitário de Prost pelo belo circuito de Paul Ricard e em nenhum momento teve oposição a sua liderança. No entanto da segunda posição para baixo a disputa foi ferrenha: Nelson Piquet, que largara em sexto, conseguiu ganhar posições até chegar em Cheever e ultrapassar o piloto estadunidense na briga pela segunda colocação, e essa posição foi ratificada quando Eddie teve problemas na sua parada de box e Piquet não sofreu mais nenhuma ameaça. Nas quatro primeiras posições, carros equipados com motores Turbo mostraram, enfim, a sua força. Mas é impossível não deixar de destacar o brilhante trabalho do duo da Williams: Rosberg mais uma vez foi genial ao sair de uma posição intermediária e subir o pelotão com toda garra até conseguir um impensável quinto lugar e Laffite, que saiu em 19º - três posições abaixo de Keke – e marcar presença mais uma vez na casa dos pontos, desta vez com um sexto lugar. Patrick Tambay, com a Ferrari, ficou em quarto. Com a segunda colocação no GP francês, Piquet reassumia liderança do mundial com 15 pontos; Lauda era segundo com 10; Watson e Prost estavam empatados com 9 na terceira posição; Laffite era quinto com 7 e Tambay assumia a sexta colocação com 5."

Texto extraído do Especial sobre o Bicampeonato de Nelson Piquet

Foto 743: Ricardo Patrese, Mônaco 1977


O início de uma carreira longeva: um jovem Ricardo Patrese em ação no GP de Mônaco de 1977, duelando com Jacky Ickx
(Foto: Motorsport Images)

Não deve ser muito confortável você dormir numa Fórmula-2 e acordar já na Fórmula-1, disputando um espaço no já apertado circuito de Monte Carlo. Para Ricardo Patrese, um então aspirante a categoria, foi mais ou menos dessa forma em maio de 1977.
Ricardo já era um dos melhores da F2 em 1977 e suas prestações na categoria já eram bem vistas. A sua pole position em Nurburgring foi um belo cartão de visitas principalmente para nomes como o de Clay Regazzoni, Hans Stuck e Jochen Mass que estavam presentes na prova, ainda mais para Clay que era o detentor do – eterno recorde – da F1 no colossal Nordschleife estabelecido em 1976. A marca de 7’15 de Patrese claramente não chegava nem perto do que foi feito por Regga em 76 com a Ferrari – 6’55 – mas só fato de bater o dono da grande marca naquele circuito já deixava o italiano extremamente contente – fora os olhares mais aguçados que vira o que aquele jovem italiano fizera. E Alan Rees, então manager da Shadow, foi um dos que acabaram abordando Ricardo.
O ano de 1977 não tinha começado bem para a Shadow: o pavoroso acidente que tirou a vida de Tom Pryce em Kyalami, deixou a equipe sem um piloto de classe e Renzo  Zorzi – que assistira toda cena do horripilante acidente – não agradava a cúpula da equipe e viria a ser sacado do team após o GP espanhol. Alan Jones já estava em posse do Shadow que pertencera a Pryce desde o GP dos EUA do Oeste (Long Beach), enquanto que Zorzi ainda correu nos GPs dos EUA e Espanha. Rees conversou com Patrese no final de semana da prova de Vallelunga de F2 (15 de maio) e no dia seguinte já estava em Paul Ricard para experimentar o DN8.
Ricardo falou sobre a sua primeira experiência num F1, apesar da pista úmida pela manhã e seca a tarde: Foi na segunda-feira antes do Grande Prêmio (Mônaco) e as minhas primeiras voltas foram dadas em condições de umidade porque tinha chovido durante a noite. Ter um carro com 500bhp em comparação com o meu carro F2 que tinha 300bhp foi uma grande diferença e naqueles dias o carro de F1 não tinha aerodinâmica eficiente. Para mim, testar o Shadow, 500bhp sem downforce, foi realmente uma grande diferença. Para mim foi um verdadeiro desafio, mas gostei. Foi minha primeira vez em um carro de F1 que eu realmente só tive a segunda-feira à tarde em condições secas e não corri muitas voltas.”
Patrese não teve muito tempo para poder se adaptar ao Shadow como gostaria e já quinta-feira estava novamente ao volante do DN8 nos treinos livres para o GP de Mônaco. “Minha segunda vez no carro foi na prática oficial do GP de Mônaco. Claro que os dois circuitos eram muito diferentes e eu estava em uma situação muito nova. Foi difícil, especialmente nas primeiras voltas, já que eu tive que achar meu ritmo pelo circuito enquanto os outros estavam indo rapidamente. Eu tive cerca de 10 voltas para aprender tudo.” recordou Patrese.
Numa qualificação, onde 26 carros lutavam por apenas 20 lugares, Patrese conseguiu se colocar em 15º num desempenho que julgou ter sido muito bem, frente a concorrência dos que ficaram de fora.
A corrida foi discreta: apesar dos problemas com a asa dianteira, que foi danificada logo no inicio, Ricardo esteve em grande disputa contra Jacky Ickx (Ensign) e ao final acabaria por superar o veterano belga para terminar em nono, com uma volta de atraso para o vencedor Jody Scheckter (Wolf).
Ricardo Patrese disputou o restante da temporada de 1977 pela Shadow, não comparecendo apenas nos GPs da Suécia, Áustria (que marcaria a única vitória do team na F1 com Alan Jones) e EUA (Watkins Glen). Ricardo veio marcar seu primeiro ponto com o sexto lugar no GP do Japão.
Hoje Ricardo Patrese completa 65 anos.

domingo, 14 de abril de 2019

GP da China: Mercedes a Mil



Com toda a divulgação em torno da corrida de número 1000 da Fórmula-1 e mais a esperança de um possível duelo entre Ferrari e Mercedes, esse era o GP que mais despertava uma expectativa de como poderia ser aquela prova centenária. Porém o mau entendimento da Ferrari com seu carro – mais uma vez – deitou por terra essa possiblidade de tentar dar a este GP um espetáculo melhor. Enquanto que a Ferrari estava atordoada em tentar achar o ritmo – revivendo um fim de semana bem parecido com aquele de Melbourne –, a Mercedes desfilava a sua finesse e competência sem ter quem os ameaçasse. Pior que após este GP chinês as impressões de que o time alemão estava – mais uma vez – escondendo o jogo nos testes de pré-temporada, parece ainda mais evidente.
A Mercedes já demonstrava forças no segundo treino livre, quando Bottas suplantou Vettel na casa dos milésimos. No terceiro treino livre foi onde os carros alemães, especialmente com Valtteri, deram o verdadeiro tom do que podiam fazer no qualy de logo mais ao ver o finlandês cravar a melhor marca com mais de três décimos de vantagem sobre Vettel. Na classificação Bottas repetiu a performance ao cravar a pole, com 27 milésimos de avanço sobre Hamilton e três décimos sobre Vettel. Uma possível reação repousava na corrida.
A largada foi um verdadeiro bloqueio dos Mercedes sobre os Ferrari, sem dar nenhuma chance de reação para o duo ferrarista. Daí em diante não houve nenhuma aproximação por conta da Ferrari para com a Mercedes, com a diferença chegando a ficar na casa dos oito segundos de atraso de Vettel para Bottas e de doze para Hamilton que liderava com folga. O máximo que Sebastian conseguiu se aproximar da Mercedes foi perto do fim da prova, quando  Bottas levou certo atraso para superar Leclerc na luta pela segunda posição.
O GP chinês não foi dos melhores. Insosso desde o inicio, com os carros bem espaçados, as chances de duelos se esvaíram. Apenas a tensão nas discussões entre os pilotos da Ferrari com o time é que deram um tom diferente e claro, causaram a polêmica do dia ao pedirem para que Charles Leclerc desse passagem para Sebastian Vettel que estaria mais veloz. A verdade é que a vantagem de Charles para Vettel e depois do alemão para o monegasco após a inversão de posições, não deram nenhuma diferença no que a Ferrari pretendia que era tentar alcançar Bottas. A polemica aumentou quando Sebastian foi chamado ao box após a parada de Verstappen – que passava a ser uma ameaça – e Charles ficando na pista por mais voltas. Isso relegou o jovem piloto ao quinto posto quando parou após três voltas, com um atraso de 16 segundos para Vettel e doze para Max. Charles acabaria em quinto, mas as suas reclamações ainda em pista mostra o quanto que a Ferrari terá que trabalhar essa situação. Vagamente, lembrou a primeira rusga entre Hamilton e Alonso na Mclaren em 2007 na altura do GP de Mônaco, onde a equipe barrou um possível ataque de Lewis sobre Fernando.
Alheio a tudo isso, a Mercedes fez uma grande prova ao dominar amplamente as ações com Hamilton e Bottas e ainda, mostrando grande trabalho da equipe box, chamou os dois carros para fazer a derradeira troca de pneus e rechaçar qualquer chance de reação de Vettel – que parara voltas antes. Lewis conseguiu recuperar-se de um final de semana que parecia complicado ao não achar o acerto ideal nos treinos e ter melhorado na classificação, onde conseguiu se aproximar de Bottas. O piloto inglês soube se aproveitar bem da ótima largada que realizara para construir uma vantagem cômoda para a sua vitória. Para a Mercedes foi a terceira dobradinha nas três corridas iniciais, igualando a marca da Williams de 1992.
Baku será mais uma oportunidade para vermos se a Ferrari reagirá ou se a Mercedes continuará com o seu passeio dominical.

GP da China 2019 - Resultados

Resultados - Grande Prêmio da China - Circuito de Shangai - 3ª Etapa - Dias 12, 13 e 14 de Abril 


Treino Livre 1

Tempo: 16.0-18.7°C Sol e Seco
Asfalto: 30.7-36.8°C Seco
Humidade: 45.3%
Vento: 2.2 m//s
Pressão do Ar: 1020.6 bar


PosNoDriverTeamLap Time1st GapLapsTyres
15Sebastian VettelFerrari1:33.911
 19Medium
244Lewis HamiltonMercedes1:34.118+0.207s 21Soft
316Charles LeclercFerrari1:34.167+0.256s 21Medium
433Max VerstappenRed Bull1:34.334+0.423s 20Soft
577Valtteri BottasMercedes1:34.653+0.742s 23Soft
63Daniel RicciardoRenault1:35.239+1.328s 23Soft
710Pierre GaslyRed Bull1:35.428+1.517s 23Medium
826Daniil KvyatToro Rosso1:35.447+1.536s 24Medium
918Lance StrollRacing Point1:35.466+1.555s 25Medium
108Romain GrosjeanHaas1:35.507+1.596s 24Soft
1120Kevin MagnussenHaas1:35.517+1.606s 25Soft
1227Nico HülkenbergRenault1:35.591+1.680s 22Medium
134Lando NorrisMcLaren1:35.631+1.720s 24Soft
1423Alexander AlbonToro Rosso1:35.695+1.784s 26Medium
157Kimi RäikkönenAlfa Romeo1:35.729+1.818s 23Soft
1655Carlos Sainz Jr.McLaren1:35.756+1.845s 24Soft
1711Sergio PérezRacing Point1:35.820+1.909s 24Medium
1888Robert KubicaWilliams1:36.847+2.936s 27Medium
1963George RussellWilliams1:37.619+3.708s 28Medium
2099Antonio GiovinazziAlfa Romeono time- 2Soft


Treino Livre 2

Tempo: 19.5°C Sol e Seco
Asfalto: 35.1-28.6°C Seco
Humidade: 36.8%
Vento: 2.1 m//s
Pressão do Ar: 1018.8 bar


Pos
No
Driver
Team
Lap Time
1st Gap
Laps
Tyres
1
77
Valtteri Bottas
Mercedes
1:33.330

 37
Soft
2
5
Sebastian Vettel
Ferrari
1:33.357
+0.027s
 33
Soft
3
33
Max Verstappen
Red Bull
1:33.551
+0.221s
 29
Soft
4
44
Lewis Hamilton
Mercedes
1:34.037
+0.707s
 32
Soft
5
27
Nico Hülkenberg
Renault
1:34.096
+0.766s
 31
Soft
6
55
Carlos Sainz Jr.
McLaren
1:34.141
+0.811s
 36
Soft
7
16
Charles Leclerc
Ferrari
1:34.158
+0.828s
 13
Soft
8
4
Lando Norris
McLaren
1:34.296
+0.966s
 38
Soft
9
3
Daniel Ricciardo
Renault
1:34.336
+1.006s
 32
Soft
10
10
Pierre Gasly
Red Bull
1:34.455
+1.125s
 32
Soft
11
7
Kimi Räikkönen
Alfa Romeo
1:34.551
+1.221s
 33
Soft
12
23
Alexander Albon
Toro Rosso
1:34.634
+1.304s
 37
Soft
13
26
Daniil Kvyat
Toro Rosso
1:34.694
+1.364s
 20
Soft
14
18
Lance Stroll
Racing Point
1:34.779
+1.449s
 37
Soft
15
11
Sergio Pérez
Racing Point
1:34.784
+1.454s
 35
Soft
16
20
Kevin Magnussen
Haas
1:34.788
+1.458s
 34
Soft
17
8
Romain Grosjean
Haas
1:35.704
+2.374s
 32
Soft
18
99
Antonio Giovinazzi
Alfa Romeo
1:35.914
+2.584s
 40
Soft
19
88
Robert Kubica
Williams
1:36.121
+2.791s
 38
Soft
20
63
George Russell
Williams
1:36.229
+2.899s
 35
Soft   

Treino Livre 3

Temperatura: 19.3-20.3°C Sol e Seco
Asfalto: 39.3°C Seco
Humidade: 48.2%
Vento: 1.0 m//s
Pressão do ar: 1017.9 bar

Pos
No
Driver
Team
Lap Time
1st Gap
Laps
Tyres
1
77
Valtteri Bottas
Mercedes
1:32.830

 11
Soft
2
5
Sebastian Vettel
Ferrari
1:33.222
+0.392s
 12
Soft
3
16
Charles Leclerc
Ferrari
1:33.248
+0.418s
 10
Soft
4
44
Lewis Hamilton
Mercedes
1:33.689
+0.859s
 10
Soft
5
27
Nico Hülkenberg
Renault
1:33.974
+1.144s
 11
Soft
6
7
Kimi Räikkönen
Alfa Romeo
1:34.246
+1.416s
 14
Soft
7
33
Max Verstappen
Red Bull
1:34.447
+1.617s
 5
Soft
8
55
Carlos Sainz Jr.
McLaren
1:34.510
+1.680s
 9
Soft
9
23
Alexander Albon
Toro Rosso
1:34.600
+1.770s
 11
Soft
10
26
Daniil Kvyat
Toro Rosso
1:34.783
+1.953s
 10
Soft
11
4
Lando Norris
McLaren
1:34.938
+2.108s
 11
Soft
12
11
Sergio Pérez
Racing Point
1:35.078
+2.248s
 9
Soft
13
3
Daniel Ricciardo
Renault
1:35.142
+2.312s
 11
Medium
14
18
Lance Stroll
Racing Point
1:35.223
+2.393s
 10
Soft
15
10
Pierre Gasly
Red Bull
1:35.326
+2.496s
 8
Medium
16
99
Antonio Giovinazzi
Alfa Romeo
1:35.726
+2.896s
 12
Soft
17
8
Romain Grosjean
Haas
1:35.771
+2.941s
 14
Medium
18
20
Kevin Magnussen
Haas
1:35.998
+3.168s
 15
Medium
19
63
George Russell
Williams
1:36.124
+3.294s
 10
Soft
20
88
Robert Kubica
Williams
1:36.176
+3.346s
 11
Soft

Classificatório

Temperatura: 20.9°C sunny & dry
Asfalto: 36.3°C dry
Humidade: 47.4%
Vento: 1.4 m//s
Pressão do ar: 1015.9 bar


P
N
Piloto
Team
Q1
Q2
Q3
1
77
Valtteri Bottas
Mercedes
1:32.658
 1:31.728
 1:31.547
 15
2
44
Lewis Hamilton
Mercedes
1:33.115
 1:31.637
 1:31.570
 15
3
5
Sebastian Vettel
Ferrari
1:33.557
 1:32.232
 1:31.848
 16
4
16
Charles Leclerc
Ferrari
1:32.712
 1:32.324
 1:31.865
 16
5
33
Max Verstappen
Red Bull
1:33.274
 1:32.369
 1:32.089
 14
6
10
Pierre Gasly
Red Bull
1:33.863
 1:32.948
 1:32.930
 14
7
3
Daniel Ricciardo
Renault
1:33.709
 1:33.214
 1:32.958
 18
8
27
Nico Hülkenberg
Renault
1:33.644
 1:32.968
 1:32.962
 15
9
20
Kevin Magnussen
Haas
1:34.036
 1:33.150
 no time
 16
10
8
Romain Grosjean
Haas
1:33.752
 1:33.156
 no time
 15
11
26
Daniil Kvyat
Toro Rosso
1:33.783
 1:33.236
 no time
 12
12
11
Sergio Pérez
Racing Point
1:34.026
 1:33.299
 no time
 12
13
7
Kimi Räikkönen
Alfa Romeo
1:34.125
 1:33.419
 no time
 12
14
55
Carlos Sainz Jr.
McLaren
1:33.686
 1:33.523
 no time
 12
15
4
Lando Norris
McLaren
1:34.148
 1:33.967
 no time
 12
16
18
Lance Stroll
Racing Point
1:34.292
 no time
 no time
 6
17
63
George Russell
Williams
1:35.253
 no time
 no time
 9
18
88
Robert Kubica
Williams
1:35.281
 no time
 no time
 9
19
99
Antonio Giovinazzi
Alfa Romeo
no time
 no time
 no time
 2
20
23
Alexander Albon
Toro Rosso
no time
 no time
 no time
 8


















Classificação Final

Temperatura: 19.3°C Nublado e Seco
Asfalto 29.2-25.3°C Seco
Humidade: 45.9%
Vento: 2.3-4.0 m//s
Pressão do Ar: 1019.2 bar

Pos
No
Driver
Team
Time
Laps
Grid
Pts
1
44
Lewis Hamilton
Mercedes
01:32:06.350
 56
2
25
2
77
Valtteri Bottas
Mercedes
01:32:12.902
 56
1
18
3
5
Sebastian Vettel
Ferrari
01:32:20.094
 56
3
15
4
33
Max Verstappen
Red Bull
01:32:33.977
 56
5
12
5
16
Charles Leclerc
Ferrari
01:32:37.626
 56
4
10
6
10
Pierre Gasly
Red Bull
01:33:35.657
 56
6
9
7
3
Daniel Ricciardo
Renault
01:32:19.395
 55
7
6
8
11
Sergio Pérez
Racing Point
01:32:21.383
 55
12
4
9
7
Kimi Räikkönen
Alfa Romeo
01:32:28.064
 55
13
2
10
23
Alexander Albon
Toro Rosso
01:32:40.655
 55
20
1
11
8
Romain Grosjean
Haas
01:32:41.675
 55
10
0
12
18
Lance Stroll
Racing Point
01:32:48.295
 55
16
0
13
20
Kevin Magnussen
Haas
01:32:49.175
 55
9
0
14
55
Carlos Sainz Jr.
McLaren
01:32:59.099
 55
14
0
15
99
Antonio Giovinazzi
Alfa Romeo
01:33:02.130
 55
19
0
16
63
George Russell
Williams
01:32:30.855
 54
17
0
17
88
Robert Kubica
Williams
01:32:46.919
 54
18
0
Ret
4
Lando Norris
McLaren
Abandono
 50
15
0
Ret
26
Daniil Kvyat
Toro Rosso
Abandono
 41
11
0
Ret
27
Nico Hülkenberg
Renault
MGU-K
 16
8
0

Fastest lap: 1:34.742 - Pierre Gasly - Red Bull RB15 Honda na volta 55.
Highest speed: 338.4 km/h - Alexander Albon - Toro Rosso STR14 Honda