sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020

Foto 831: Ingo e Mario



Dia de grandes pilotos.
Na primeira foto, Ingo Hoffmann no final de semana do GP do Brasil de 1977 quando terminou na sétima colocação com o Fittipaldi FD04, naquela que foi a sua última corrida na Fórmula-1.
Ainda em 1977, agora no GP de Mônaco, Mario Andretti em ação com o Lotus 78 no qual o americano fechou em quinto.
Hoje é aniversário dos dois pilotos: enquanto que Ingo chega aos 67 anos, Mario completa 80 anos.

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2020

Foto 830 - Alain Prost, 65 anos

Um efusivo Alain Prost após vencer o GP da Austrália em Adelaide, que acabou por lhe dar o título mundial de 1986 após uma ferrenha disputa contra as Williams de  Nelson Piquet e Nigel Mansell, naquele que foi um dos melhores campeonatos da década de 80 e também da história da Fórmula 1.
O tetra campeão completa hoje 65 anos.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020

Testes de Pré Temporada 2020 - Barcelona, Dia 3

Resultado

Testes de Pré Temporada 2020 - Dia 3

Circuito de Barcelona - 21/02

 Valtteri Bottas fez a melhor marca do dia, assim como a dessa primeira semana de testes em Barcelona ao utilizar os pneus mais macios (C5). Com os mesmos pneus, Lewis Hamilton fez a segunda melhor marca, onde se destacou uma nuvem de fumaça do motor Mercedes. No entanto foi um dia produtivo para a equipe alemã, onde registraram mais uma boa quilometragem. A Ferrari também foi assunto no dia, com Mattia Binotto admitindo que a equipe italiana está um tanto atrás de suas rivais - lembrando que a Mercedes usou do mesmo artifício nos testes de 2019, quando indagados do rendimento do carro. No entanto, o cronograma dos italianos nestes primeiros dias de testes ficou reservado a entender melhor o comportamento do SF1000 para os dois estilos de seus pilotos - na próxima semana algumas mudanças serão feitas já com vista para o GP da Austrália e também para explorar a performance do carro. Sebastian Vettel esteve no comando do carro hoje.
O teste de hoje teve quatro paralisações por bandeira vermelha, sendo três por problemas mecânicos (Sebastian Vettel, Nicolas Lattifi e Daniel Ricciardo) e um por incidente (Kevin Magnussen, após rodar por conta de um furo de pneu).
A segunda e última bateria de testes continuarão na próxima semana, nos dias 26, 27 e 28.



quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020

Testes de Pré Temporada 2020 - Barcelona, Dia 2

Resultado

Testes de Pré Temporada 2020 - Dia 2

Circuito de Barcelona - 20/02
Kimi Raikkonen foi o mais veloz do dia nesta segunda bateria de testes em Barcelona, superando o tempo que Sergio Perez fez pela manhã. Porém o finlandês acabou tendo problemas e ficando parado na pista, ocasionando a primeira bandeira vermelha destes testes. Sebastian Vettel treinou hoje, mostrando estar parcialmente recuperado da gripe que atrapalhou o seu cronograma ontem. A Ferrari têm optado por trabalhar de uma forma mais discreta, procurando concentrar-se no ritmo de prova do que em velocidade pura - em contraste do que fizera em 2019 e em outros anos. A Mercedes ganhou atenção pelo dispositivo que ajuda no melhor alinhamento dos pneus dianteiros, assim que o piloto puxa para trás o volante e depois voltando ao normal assim que é empurrado para frente. É usado apenas nas retas.
A equipe alemã também concentrou-se no ritmo de prova.
Abaixo a tabela de tempos, assim como a melhor marca de cada piloto com o composto que foi usado.



Testes de Pré Temporada 2020 - Barcelona, Dia 1

Resultado
Testes de Pré Temporada 2020 - Dia 1
Circuito de Barcelona - 19/02

Tempo: Ensolarado
Temperatura:  10ºC pela manhã e 17ºC a tarde
Asfalto: 11ºC pela manhã e 28ºC a tarde


Lewis Hamilton com a nova Mercedes W11 durante os testes em Barcelona. O piloto inglês estabeleceu a melhor marca na parte da tarde quando assumiu o comando do carro, derrubando em três décimos o tempo feito por Valtteri Bottas pela manhã. Treino foi bastante proveitoso para todas as equipes, uma vez que não houve interrupção por bandeira vermelha. As equipes completaram uma boa quilometragem sem nenhum problema mecânico grave. Sebastian Vettel estava escalado para andar na SF1000 pela manhã, mas por conta de uma forte gripe acabou substituído por Charles Leclerc por todo dia.


A melhor marca de cada piloto com o composto que foi utilizado

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

Mil Milhas do Brasil - Retomada

(Foto: Claudio Kolodziej)

O retorno de uma grande corrida é sempre marcado com enorme expectativa e não foi diferente com essa edição de 2020 das Mil Milhas do Brasil. Porém o que se viu pelas redes sociais e comentários in loco, foi do grid de apenas 12 carros para esta etapa. Existe um ar de saudosismo sobre a corrida e não há nada de errado disso, muito pelo contrário, é até interessante que exista isso, pois mantém o evento criado pelo Barão Wilson Fittipaldi e Eloi Gogliano no distante ano de 1956 ainda em voga. Mas temos que admitir que, uma corrida desse porte não pode ficar por tanto tempo engavetada como se fosse um objeto apenas de culto, cujo passado foi glorioso e serviu para ajudar a indústria automobilística desse pais a crescer e junto de outras grandes corridas, como os 500km de Interlagos, 12 Horas de Tarumã e 1000km de Brasilia, eram – na visão deste que vos escreve –  as jóias do automobilismo nacional. Hoje ainda temos as 12 Horas de Tarumã e 500Km de Interlagos acontecendo todo ano, mas infelizmente os 1000Km de Brasília está esquecido pelo simples fato do circuito de Brasilia ainda estar em ruinas, marcando mais um capítulo triste do nosso automobilismo brasileiro. No entanto as Mil Milhas, que teve a sua última edição realizada em 2008, foi resgatada.
Apesar de entender a frustração de muitos com o grid magro a corrida teve, precisamos exaltar o grande trabalho da Elione Queiroz e sua equipe que estiveram engajados ao máximo desde o inicio do ano passado para que esta edição acontecesse. É claro que aqueles grids gigantes que povoam as lembranças dos mais experientes que viveram a grande fase de ouro da competição acabe fazendo com que torçam o nariz para o pequeno grid, mas o que precisa ser dito é que o primeiro passo de uma corrida que não era feita desde 2008 foi dado e as coisas podem ser ainda melhores para 2021. O fato de ter uma largada noturna, algo que não acontecia desde 2005, foi um ponto importante para o resgate de uma prática que foi o grande “carro chefe” desde a primeira edição.  Isso sem contar na ótima organização do evento num todo.
A corrida em si foi boa, diga-se. Mesmo que houvesse o risco de quebras, o que é totalmente compreensível numa corrida de longa duração como esta, os doze carros partiram para a disputa quando bateu a meia noite de sábado para domingo e infelizmente o protótipo MCR Tubarão (Mauro Kern/ Paulo Sousa/ Tiel Andrade) – que foi o pole – teve problemas com a temperatura do óleo e acabou abandonando a corrida prematuramente, com apenas 40 minutos de atividade.  Restou ao Ginetta G55 (Esio Vichiese/ Renan Guerra/ Oliver Turvey) e  Mercedes AMG GT4 (Leandro Ferrari/ Flavio Abrunhoza/ Marcelo Brisac/ Renato Braga) duelarem por quase toda a madrugada pela liderança da corrida. Infelizmente problemas de freios e com os pneus acabaram tirando o quarteto do Mercedes #20 da briga pela vitória, terminando em segundo. Para o Ginetta #16 a prova foi feita com carga total do carro, não aliviando o ritmo em quase todo certame, devido o duelo com o Mercedes que se estendeu até a nona hora quando o quarteto do carro #20 teve os problemas já citados. O único susto para o trio do Ginetta foi o principio de incêndio numa das paradas quando o dia já estava claro, e que foi logo controlado. Como bem disseram numa das postagens do Ginetta Racing Team Brasil no Instagram “o que era para ser um teste da máquina, valeu super a pena...” e de fato o G55 aguentou bem o tranco para vencer a prova em 11 horas e 01 minuto, entrando para o panteão de carros gringos que já venceram a clássica brasileira. A terceira colocação ficou para o protótipo MRX Honda #56 que foi conduzido pelo quarteto formado por Gustavo Simon/ Rafael Simon/ Rafael Cardoso/ Sérgio Cardoso – e que também venceram na categoria P3.

Por mais que a corrida não tenha sido aquela imaginada, ao não contar com os grandes nomes do automobilismo brasileiro e também a cooperação de tantos que bradavam pelo retorno da Mil Milhas, o evento foi realizado. A palavra Coragem tem sido usada por todos os cantos e com  justiça, pois mesmo com estes percalços a prova esta de volta e já com data confirmada para a sua realização em 2021, no dia 25 de Janeiro fazendo parte das comemorações do aniversário da Cidade de São Paulo.


Resultado Final
Mil Milhas do Brasil 2020
Dias 13, 14, 15 e 16 de Fevereiro
Autódromo de Interlagos



1º - Esio Vichiese, Renan Guerra e Stuart Turvey (Ginetta G55) - 360 voltas em 11h01min00s312

2º - Leandro Ferrari, Flávio Abrunhoza, Marcelo Brisac e Renato Braga (Mercedes AMG GT4) - a 5 voltas

3º - Gustavo Simon, Rafael Simon, Rafael Cardoso e Sérgio Cardoso (MRX) - a 51 voltas

4º - José Vilela, Pipa Cardoso e Tinoco Soares (Spyder) - a 
107 voltas

5º - Ciro Paciello, Álvaro Vilhena e Evandro Camargo (Omega) - a 125 voltas

6º - Marcelo Servidone, Luiz Finotti e Jorge Machado (Tubarão) - a 168 voltas

7º - Ney Faustini, Ney de Sá e Marcos Philippi (Cobalt) - a 183 voltas

8º - Sérgio Martinez, Eduardo Pimenta e Luiz Oliveira (Spyder) - a 247 voltas

9º - Ricardo Rodrigues, Marcos Cassoli, Valter Barajas (Astra) - a 325 voltas

10º - Carlos Antunes, Yuri Antunes, Mauro Auricchio e Lucas Marotta (MRX) - a 332 voltas

11º - Edras Soares, Juarez Soares e Leandro de Almeida (Vectra) - a 336 voltas

12º - Mauro Kern, Paulo Sousa e Tiel de Andrade (MCR Tubarão) - a 337 voltas

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

Foto 829: Chico Serra, Mônaco 1983


Chico em ação durante o GP de Mônaco de 1983. Na ocasião, o piloto brasileiro terminou em sétimo com duas voltas de atraso para o vencedor Keke Rosberg.
Chico Serra disputou quatro das cinco primeiras etapa daquele campeonato de 1983: foi nono em Jacarepaguá; não andou em Long Beach (carro foi usado por Alan Jones); abandonou em Paul Ricard após problemas no câmbio; e foi oitavo em San Marino.
O GP de Mônaco foi o último de Serra na Fórmula-1. Em 1982 ele marcou o último ponto da equipe Fittipaldi, ao terminar em sexto.
O tricampeão da Stock Car no triênio 1999/ 2000/ 01 completa hoje 62 anos.