segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Foto 295: Respeito

Senna e Prost no pódio do GP da Hungria de 1988
(Foto: f1-photo.com/ The Cahier Archive)
"Eu acredito que a competição que enfrentei naquela época me fez ser um piloto melhor, embora eu só tenha realmente compreendido o significado da minha rivalidade com Ayrton depois que me aposentei. Nossos duelos realmente beneficiaram a Fórmula 1 e elevaram a disputa para um outro nível, mais humano. Nós tivemos personalidades diferentes, uma forma contrastante de pilotar e uma abordagem distinta sobre o esporte. Mas depois que parei de correr, entendi que o jeito de Ayrton foi muito mais claro, e preciso agradecê-lo, porque 50% do meu sucesso se deve a ele." (PROST, Alain. em 03 fev. 2014. Entrevista à revista "Motor Sport")
 

2 comentários:

  1. Era preciso ver de fora para enxergar o que significava aquela rivalidade.
    O mesmo diria Senna se estivesse vivo.

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  2. Ricardo Mallio Mansur6 de fevereiro de 2014 00:49

    Convém salientar que a partir de Mônaco 1984, Senna virou o inimigo nº 1 da F.I.A. Toda a federação, inclusive seu diretor Jean Marie Balestre o perseguiram durante todas as provas, chegando ao cúmulo de Ayrton ter que se desculpar formalmente por "fax" para seguir no campeonato de F1 no final dos anos 80! Senna chegou a experimentar o carro de Emerson num treino da Indy, pensando seriamente em desistir da F1. Nosso eterno campeão teve que "engolir' sapos com todo o talento que esbanjava! Na temporada de de 94, recebia motores com menos 50 hp's do que o protegido, mau caráter e alcunhado de Dick Vigarista, Michael Schumacher. A meu ver, uma morte induzida!

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