Campeonato de 1986 chegava ao seu final com a luta intensa entre os "Williams Boys", Nigel Mansell e Nelson Piquet, contra o "Le Professeur" Alain Prost a bordo de sua Mclaren para a disputa da derradeira corrida daquele ano: o GP da Austrália.
O treino classificatório foi dominado pelo duo da Williams, com Mansell a conquistar a pole com a marca de 1'18''403 contra 1'18''714 de Piquet. Senna fez o terceiro tempo e Prost aparecia em quarto.
sábado, 16 de março de 2013
sexta-feira, 15 de março de 2013
GP da Austrália - Treinos Livres - 1ª Etapa
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| Sebastian Vettel: “Tenho de dizer que foi um dia
muito bom para nós. Uma coisa é olhar para a tabela de tempos’, mas isso
não é o mais importante hoje” (Foto: AP) |
Resultado agregado dos dois Treinos Livres - GP da Austrália - 1ª Etapa
1. Sebastian Vettel (ALE/Red Bull): 1min25s908
2. Mark Webber (AUS/Red Bull): 1min26s172
3. Nico Rosberg (ALE/Mercedes): 1min26s322
4. Kimi Raikkonen (FIN/Lotus): 1min26s361
5. Romain Grosjean (FRA/Lotus): 1min26s680
6. Fernando Alonso (ESP/Ferrari): 1min26s748
7. Lewis Hamilton (ING/Mercedes): 1min26s772
8. Felipe Massa (BRA/Ferrari): 1min26s855
9. Adrian Sutil (ALE/Force India): 1min27s435
10. Nico Hulkenberg (ALE/Sauber): 1min28s187
11. Jenson Button (ING/McLaren): 1min28s294
12. Paul di Resta (ESC/Force India): 1min28s311
13. Sergio Pérez (MEX/McLaren): 1min28s566
14. Daniel Ricciardo (AUS/Toro Rosso): 1min28s627
15. Esteban Gutiérrez (MEX/Sauber): 1min28s772
16. Pastor Maldonado (VEN/Williams): 1min28s852
17. Jean-Éric Vergne (FRA/Toro Rosso): 1min28s968
18. Valtteri Bottas (FIN/Williams): 1min29s386
19. Jules Bianchi (FRA/Marussia): 1min29s696
20. Charles Pic (FRA/Caterham): 1min30s165
21. Max Chilton (ING/Marussia): 1min30s600
22. Giedo van der Garde (HOL/Caterham): 1min32s388
Fonte: grandepremio.com.br
terça-feira, 12 de março de 2013
Revista Speed - Edição 9
Com 74 páginas de informação e qualidade, a Revista Speed chega a sua nona edição com um guia completo da 64ª Temporada de F1 mostrando pilotos e equipes e o calendário. Além disso a revista trás as matérias sobre a MotoGP e WRC.
Há também uma ótima matéria que conta a vida e carreira de Bruce Mclaren, assim como o primeiro chassi campeão do Team Mclaren, o M23, que foi conduzido por Emerson Fittipaldi em 1974.
Nesta edição a minha contribuição foi com os textos sobre a participação de José Carlos Pace como dublê do Al Pacino no filme "Bobby Deerfield" e sobre a vitória de Jean Pierre Beltoise em Mônaco, no ano de 1972.
E aqui fica link desta nova edição: https://speedrevista.wordpress.com/2013/03/12/speed-9-marco-2013/
Boa leitura!
Há também uma ótima matéria que conta a vida e carreira de Bruce Mclaren, assim como o primeiro chassi campeão do Team Mclaren, o M23, que foi conduzido por Emerson Fittipaldi em 1974.
Nesta edição a minha contribuição foi com os textos sobre a participação de José Carlos Pace como dublê do Al Pacino no filme "Bobby Deerfield" e sobre a vitória de Jean Pierre Beltoise em Mônaco, no ano de 1972.
E aqui fica link desta nova edição: https://speedrevista.wordpress.com/2013/03/12/speed-9-marco-2013/
Boa leitura!
Foto 179: O acidente de Christian Heins em Spa, 1959
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| (Foto: imcd.org) |
Quanto ao filme, este é do gênero de espionagem.
segunda-feira, 11 de março de 2013
Wilson Fittipaldi, O Barão (1920-2013)
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| (Foto: Abril) |
Infelizmente não pude acompanhar as suas transmissões na Rádio Jovem Pan, mas tive a oportunidade de ouvi-lo pela primeira vez em 1995 quando a mesma rádio exibiu um pequeno trecho do GP da Alemanha de 1978, quando Emerson Fittipaldi levou no quinto lugar. O Barão mencionou a chegada de Emerson naquele quinto lugar com "Aí vem o Emerson, com a tartaruguinha...", que no caso era o Copersucar. Mas sem dúvida a grande narração foi o do título de Emerson em 1972, quando veio a ganhar o GP da Itália e o Mundial de Pilotos.
O homem que narrou inúmeros GPs, desde a pré-F1 até os grandes dias do Campeonato Mundial, fará falta aos seus entes queridos e todos aqueles que o admiravam.
segunda-feira, 4 de março de 2013
Foto 178: Ludwig
O Mercedes CLK GTR com o motor à mostra e a tampa ao lado. Acima da carroceria, uma foto de Klaus Ludwig (com todas as suas conquistas enumeradas de cada lado) que acabara de ser campeão do mundo no Mundial do FIA GT, onde o piloto alemão dividiu este Mercedes com Ricardo Zonta. Na tampa do motor, pode-se ver o agradecimento da Mercedes ao piloto: "Thanks Klaus and Good Bye"
Na ocasião Klaus encerrava uma carreira de 28 anos, iniciada nas provas de turismo na Alemanha. Neste período ele venceu as 24 Horas de Le Mans três vezes (em 1979 venceu com o Porsche 935 da Kremer Racing, formando trio com Don e Bill Whittington; em 1984 com o Porsche 956B da Joest Racing, formando dupla com Henri Pescarolo e em 1985, ainda pela Joest, com o mesmo Porsche 956B formando trio com Paolo Barilla e John Winter). Foi bi-campeão do Rennsport Deutsche Meisterschaft - um embrião do DTM - em 1978 e 1981 pela Ford. No DTM tornou-se tri-campeão ao vencer em 1988 (Ford), 1992 e 1994 pela Mercedes.
Apesar de ter anunciado a aposentadoria em 1998, ele ficou voltou às pistas em 1999 para disputar e vencer as 24 Horas de Nurburgring com o Viper da equipe Zakspeed. Em 2000 fez o certame completo do DTM quando este foi retomado. Pilotando um Mercedes CLK venceu a prova de Sachsenring, aos 50 anos.
Após este retorno ele voltou a se aposentar, fazendo algumas aparições em corridas de longa duaração: em 2004 e 2005 dividiu o volante de um Porsche 996 GT2 Bi-Turbo com os irmãos Uwe e Jürgen Alzen nas 24 Horas de Nurburgring. Em 2006, formando quarteto com os irmão Alzen e Christian Abt num Porsche 997 GT3, terminaram em segundo no Inferno Verde.
Na ocasião Klaus encerrava uma carreira de 28 anos, iniciada nas provas de turismo na Alemanha. Neste período ele venceu as 24 Horas de Le Mans três vezes (em 1979 venceu com o Porsche 935 da Kremer Racing, formando trio com Don e Bill Whittington; em 1984 com o Porsche 956B da Joest Racing, formando dupla com Henri Pescarolo e em 1985, ainda pela Joest, com o mesmo Porsche 956B formando trio com Paolo Barilla e John Winter). Foi bi-campeão do Rennsport Deutsche Meisterschaft - um embrião do DTM - em 1978 e 1981 pela Ford. No DTM tornou-se tri-campeão ao vencer em 1988 (Ford), 1992 e 1994 pela Mercedes.
Apesar de ter anunciado a aposentadoria em 1998, ele ficou voltou às pistas em 1999 para disputar e vencer as 24 Horas de Nurburgring com o Viper da equipe Zakspeed. Em 2000 fez o certame completo do DTM quando este foi retomado. Pilotando um Mercedes CLK venceu a prova de Sachsenring, aos 50 anos.
Após este retorno ele voltou a se aposentar, fazendo algumas aparições em corridas de longa duaração: em 2004 e 2005 dividiu o volante de um Porsche 996 GT2 Bi-Turbo com os irmãos Uwe e Jürgen Alzen nas 24 Horas de Nurburgring. Em 2006, formando quarteto com os irmão Alzen e Christian Abt num Porsche 997 GT3, terminaram em segundo no Inferno Verde.
Foto 177: Rally de Monte Carlo, 1973
Um dos mais belos carros de competição do último século, o Alpine-Renault A110 1800 que foi conduzido por Jean Claude Andruet e Michèle Petit no Rally de Monte Carlo de 1973 que acabariam por vencê-lo. Foi um bom ano para a a Alpine naquela ocasião, já que a fábrica conquistaria o Mundial de Construtores de Rallies naquele ano.
Jean Claude Andruet foi um dos pilotos mais versáteis daquela época. Além de competir em alto nível nos Rallies, onde conquistou por duas vezes o título do campeonato francês de Rally (1968 e 1970); Campeão Europeu de Rally (1970) além de outras duas vitórias no WRC (Tour de Corse de 1974 e Rally de San Remo 1977), ainda teve uma vida longa no Mundial de Marcas e Esporte Protótipos onde correu com inúmeros carros. As sua melhores colocações remontam à duas quintas colocações em 1972 (Ferrari 365 GTB4) e 1981 (Ferrari 512 BB LM) todos em parceria com o francês Claude-Ballot Lena. A sua última participação nas 24 Horas de Le Mans foi em 1989, quando pilotou um Cougar C20B formando trio com Phillipe Farjon e Syunji Kasuya, terminando na 14ª colocação. No WRC ele competiu de 1973 à 1986, mas voltou em 1995 especialmente para correr no Rally de Monte Carlo sempre em parceria com Michèle Petit a bordo de um Mini. Mas abandonaram por problemas de suspensão.
Michèle "Biche" Petit competiu como navegadora, quase que sempre ao lado de Andruet, com quem conquistou os seus melhores resultados como as vitórias no Rally de Monte Carlo (1973) e Tour de Corse (1977). Participou do WRC até o ano de 1986, voltando em 1995 apenas para disputar o Rally de Monte Carlo ao lado de Andruet. No início deste ano, aos 62 anos, participou novamente do Rally de Monte Carlo como navegodora de outro veterano dos Rallies, Maurizio Verini, com um Mitsubishi Lancer EVO IX, mas não completaram a competição.
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