quarta-feira, 29 de maio de 2013
Foto 205: Rush!
A foto de Niki Lauda e James Hunt na largada para o GP do Brasil de 1976. O piloto inglês cravou a pole com o tempo de 2'32''500 contra 2'32''520 de Lauda, mas o austríaco virou a primeira curva na liderança e no final ganharia o GP de abertura, seguido por Patrick Depailler e Tom Pryce. Hunt abandonaria na volta 32 por problemas na bomba de combustível.
terça-feira, 28 de maio de 2013
Foto 204: Stefan Bellof, 30 anos atrás
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| Bellof e sua lendária volta no Inferno Verde |
Na ocasião esse tempo foi alcançado pelo piloto alemão no classificatório para os 1000Km de Nurburgring, 3ª etapa do Mundial de Sport Prototipos e também do Europeu de Endurance e a média horária alcançada foi de 202Km/h. A volta de Bellof foi tão superior que a outra dupla da Porsche Racing International, Jochen Mass e Jacky Ickx, foram seis segundos mais lentos.
Apesar de Bellof/ Bell não terem vencido a prova - esta honra foi de Mass/ Ickx - devido um abandono na volta 19 por conta de um acidente -, Stefan ainda teve tempo de cravar outro recorde: ele fez a melhor volta naquele circuito com o tempo de 6'25''910, numa média de 194.333 Km/h.
Esta foi a última vez que o Nordscheleife recebeu os carros do Sport Prototipos no seu velho traçado. A partir de 1984 os 1000Km foi realizado no novo circuito.
segunda-feira, 27 de maio de 2013
Indy 500: A vez de Tony Kanaan
| A tão sonhada vitória: Tony de punho fechado, festejando a sua primeira vitória nas 500 Milhas de Indianápolis (Foto: Randy Ballinger/Reuters) |
A temporada de 2004 para Tony Kanaan na Indy tinha sido
ambígua: se de um lado ele conquistara um título inédito para o automobilismo
brasileiro, por outro ele ainda se ressentia da chance que tivera de vencer as 500 Milhas de
Indianápolis. Ele estava no encalço de Buddy Rice, que liderava a prova, quando
a chuva caiu no mítico circuito. Na ocasião a chuva caiu na volta 178 e a
bandeira vermelha foi dada 180ª passagem e junto a dela a corrida encerrada. A
possibilidade de vencer a sua primeira Indy 500 tinha ido pelo ralo. Outras
chances apareceram e foram igualmente frustradas por problemas que o limaram da
corrida ou contratempos que o impediram de chegar a esta sonhada vitória.
A sua transferência para a KV Racing, um time de médio
porte, foi entendido por muitos como um passo atrás em sua carreira, mas Tony
sempre esteve forte na condução deste carro: abdicou do seu tradicional número
11 pelo 82 em 2011, devido o apoio da Lotus a equipe KV e esteve muito bem em
Indianápolis naquele ano com o número que foi imortalizado por Jim Clark em
1965, que venceu a edição das 500 Milhas daquele ano e em 2012 ficou longe da
vitória, mas não baixou os braços em momento algum. Outro duro golpe ele
receberia este ano ao disputar a São Paulo Indy 300 e sua equipe errar feio nas
contas do combustível – o que te sido corriqueiro neste time da KV – e lhe
tirar a chance de vencer na pista de rua do Anhembi. O choro foi incontrolável.
Página virada e agora era a vez da prova mais importante: a Indy 500.
Tony fez um bom pole Day e não teve problemas em colocar seu
carro na 12ª colocação. Para a maioria que não acompanha essa prova isso seria
uma péssima posição de largada, mas uma corrida que por muito pouco não premiou
pilotos que saíram da última colocação – como Kevin Cougan em 1980 e Scott
Goodyear em 1992 – a posição de largada é o que pouco importa. Tendo um carro
veloz e extremamente eficiente para andar no tráfego, você passa a ter ótimas
chances de vencê-la.
Se a F1 tem sido uma prova de economia por parte dos pneus,
esta edição 97 das 500
Milhas de Indianápolis foi uma prova de economia, com a
maioria optando por andar no vácuo do carro à frente para poupar combustível. O
máximo que algum piloto conseguia abrir era meia reta, sendo tragado pelo
pelotão logo depois. Uma verdadeira luta de vácuo. Ryan Hunter-Reay, o novato
Carlos Muñoz, Eddie Carpenter, AJ Allmendinger, Tony Kanaan, Marco Andretti e
Helio Castroneves, eram os pilotos a se revezarem na liderança da corrida e
Kanaan, junto de Andretti, foram os que estiveram mais vezes na primeira
posição, trocando-à volta a volta.
A corrida transcorreu tranquilamente, tanto que os acidentes
de Hildebrand e Saavedra não demoraram a ser resolvidos pelo resgate e a prova
retornou ao seu ritmo normal. Mas como manda o figurino são as últimas 50 ou 30
voltas que importam, com os pilotos a fazerem as suas últimas paradas de box e começarem
a colocar a estratégia principal em prática: pé cravado até o fim. Desse modo é
que Tony partiu co tudo para cima de Hunter-Reay e assumiu a ponta, mas logo
foi ultrapassado pelo norte-americano. Na briga direta apareciam, além dos
dois, Carlos Muñoz e Marco Andretti. Uma disputa direta entre a equipe Andretti
contra a KV de Tony Kanaan. Batalha que deixou a arquibancada de pé e que
nitidamente torcia pelo piloto brasileiro.
Mas o acidente de Graham Rahal na saída na curva dois, indo
bater no muro interno quando faltavam sete voltas para o fim, parecia indicar
que as coisas demorariam a ser resolvidas. Hunter-Reay era o líder e Tony o
segundo. Os destroços e o carro de Rahal tinham sido retirados a tempo e a
relargada foi dada, faltando três voltas para o fim. Friamente Tony conseguiu
pôr em prática sua relargada foguete e saiu de trás do carro de Ryan como um
“dragster” e junto dele trouxe Muñoz, que serviu para atrasar um pouco o piloto
americano. Os ponteiros já estavam na metade da reta oposta quando as bandeiras
amarelas foram mostradas: Dario Franchitti tinha encontrado o muro após a
relargada. Tony viu as luzes amarelas piscando, mas não tirou o pé do
acelerador e tirou rapidamente mais uma volta, ficando apenas duas para o fim.
Desse modo o resgate não teria tempo hábil para retirar o carro de Franchitti e
a relargada ser autorizada. A bandeira branca ainda foi dada sob o regime do
Pace Car e a dupla quadriculada mais famosa do automobilismo mundial, foi dada
a Tony. A derrota de 2004 tinha ficado de vez no passado.
No Victory Lane, ele foi recebido com o beijo da esposa e
com os abraços e cumprimentos do time da KV Racing e ele pôde, enfim, tomar e
se banhar com o leite da vitória. Depois festejou com seu amigo e
ex-companheiro de equipe Alessandro Zanardi – que depois ele presentearia com o
capacete que acabara de usar na vitória -
com Jimmy Vasser, chefe da sua equipe, que rasgou elogios ao piloto
brasileiro. Uma tarde histórica em Indianápolis, que infelizmente foi preterida
pelo futebol. A festa só foi vista pela internet, já que a Bandeirantes não
quis limar pelo menos meia hora de um jogo que não valia muita coisa – afinal
era apenas a primeira rodada do campeonato – para mostrar a premiação de Tony em Indianápolis. Uma
pena.
Mas muito mais que essa conquista de Tony tenha sido a
sétima de um piloto brasileiro nas 500 Milhas de Indianápolis – ele se junta a
Emerson Fittipaldi (1989 e 93), Helio Castroneves (2001, 02 e 09) e Gil de
Ferran (2003) – ela foi nada mais que a concretização de um trabalho que foi iniciado
ainda no Kart com o apoio de seu pai, que morreu quando Kanaan ainda era
criança. E todos os dissabores que ele sofreu nestas últimas edições e porque
não dizer, nestes últimos anos, foi recompensado agora.
Agora TK, como ele é chamado nos EUA, entrou de vez na vasta
lista dos senhores que venceram no Brickyard. Merecido.
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| (Foto: AP Photo/ Michael Conroy) |
GP de Mônaco - Corrida - 6ª Etapa
O pessimismo apresentando por Nico Rosberg durante a
coletiva no sábado era normal: após mais uma pole, ele se lembrava dos últimos
GPs em que saíra dessa posição e quem mal conseguia usufruir desta vantagem,
uma vez que o seu carro caía drasticamente de performance devido –
exclusivamente - pelo alto desgaste de pneus. Mas Mônaco, com seus trechos
quase que mal cabem um carro, lhe reservava uma esperança de conseguir algo
melhor naquela tarde. Para isso, ele deveria tentar construir uma ótima
vantagem que lhe desse chances de fazer uma troca de pneus e ainda se manter à
frente de seus rivais. Uma tarefa nada fácil, mas que poderia muito bem
acontecer.
Apesar de uma largada sem problemas para os ponteiros, a
corrida foi uma enfadonha procissão que viu Rosberg abrir uma diferença bem
pífia para seu companheiro Hamilton que lutava com Vettel pela segunda
colocação. Mais atrás, Webber segurava a galera que tinha Raikkonen, Alonso,
Button e outros que formaram uma longa fila. Corrida modorrenta até que Felipe
Massa resolveu tirar a contraprova do seu acidente no sábado na St. Devote e
descobrir que não tinha sido uma boa idéia. O Safety-Car entrou e Vettel foi
esperto ao ir para os boxes e mudar os pneus de super macios por macios e este
exemplo foi seguido por Webber. Rosberg já estava longe e na volta seguinte,
antes do SC encontrá-lo, ele também trocou para compostos macios e Hamilton
veio logo a seguir. A diferença é que Nico ainda conseguiu voltar na frente,
enquanto que Lewis caiu para quarto. Quando a relargada foi dada, Rosberg
conseguiu abrir uma diferença razoável para Sebastian e Hamilton passou a
pressionar veemente Webber, que conseguia anular as tentativas do inglês em
pontos como a Lowes, Chicane do Porto, Tabac e Rascasse. Enquanto que a batalha
pela terceira colocação fervia, Chilton resolveu ignorar os espelhos
retrovisores ao espremer Maldonado contra o guard-rail da curva Tabac e
proporcionar um pequeno vôo do piloto venezuelano, que acabou batendo forte na
barreira de proteção e com isso jogando-as na pista. O SC entrou, mas de
imediato a bandeira vermelha foi estendida faltando 32 voltas para o fim para
que as barreiras fossem colocadas de volta. Com os carros alinhados e com novos
pneus, seria uma nova corrida a ser feita no Principado.
Mas quando a relargada foi dada, as posições dos ponteiros
não modificaram: Rosberg conseguiu abrir uma boa diferença para Vettel e
Hamilton, que tentava como podia passar por Webber, agora sofria com problemas
de pneus e não mais incomodava o piloto australiano. Enquanto isso, da quinta
posição para baixo, Perez e Sutil faziam a festa ao conseguirem ótimas
ultrapassagens sobre Alonso e Button. O piloto mexicano esta possesso na sua
condução em Monte Carlo, mas errou na dose quando tentou passar Kimi na entrada
da Chicane do Porto e acabou furando o pneu traseiro direito do Lotus do
finlandês. Raikkonen foi aos boxes e voltou em 16º, conseguindo fazer uma das
recuperações mais extraordinárias naquela pista ao subir dessa posição até a
décima em poucas voltas e Sergio abandonou logo depois com o radiador de seu
McLaren furado. Adrian Sutil foi mais esperto e menos ignorante nas
ultrapassagens, aproveitando-se bem dos vacilos de Button e Alonso na Lowes,
ele conseguiu chegar a um ótimo quinto lugar. Fernando, por sua vez, fez uma
das piores apresentações da sua carreira ao optar por uma condução mais
conservadora e isso lhe custou três colocações para Perez, Sutil e Button e
terminou em sétimo.
A vitória de Rosberg já era cantada desde o GP da Espanha,
mas para isso ele precisaria fazer a pole e a fez de modo tranqüilo até. O
desempenho do W04 ainda o deixava em dúvida, mas o comportamento do carro em
Monte Carlo foi bom e os pneus resistiram bem. A Red Bull também teve um bom
ritmo nessa corrida e assim como a Mercedes, pouco sofreu com a borracha, mas
achei que Vettel preferiu uma pilotagem mais segura para conservar os pneus,
pois o seu início de corrida tinha sido extremamente agressivo ao tentar passar
Hamilton, ou induzi-lo ao erro. Depois baixou a guarda, talvez já sabendo que
os seus rivais diretos, Raikkonen e Alonso, estavam a passar por maus bocados
nas 5ª e 6ª posições. Foi um GP lucrativo para ele. E o asfalto liso de Mônaco
ajudou estas duas equipes que tem mais sofrido com estes pneus, enquanto que
Lotus e Ferrari não tiveram um bom fim de semana.
Como eu escrevi ao término da corrida, alguns irão dar
crédito a essa vitória da Mercedes pelo teste secreto que eles realizaram em
Barcelona com os pneus da Pirelli, mas a verdade é que a prova que interessa
mesmo para tirarmos as conclusões é a do GP do Canadá onde o asfalto é
extremamente abrasivo e que consome os pneus em poucas voltas, e a Pirelli deve
levar os mesmos compostos de Mônaco para Montreal e isso gerará ainda mais
duvidas de como os carros se comportaram lá, em especial os da Mercedes.
A guerra declarada entre Red Bull e Ferrari contra a
Mercedes por causa do agora famoso teste, irá render muito até o final de
semana do dia 16 de junho. A batalha dos pneus extrapolou as pistas, indo parar
nos tribunais e agora é hora da FIA e Bernie lidarem com o monstro que criaram.
Resultado Final
Grande Prêmio de Mônaco - Monte Carlo
78 voltas - 6ª Etapa
26/05/2013
1 - Nico Rosberg (ALE/Mercedes)
2 - Sebastian Vettel (ALE/RBR)
3 - Mark Webber (AUS/RBR)
4 - Lewis Hamilton (ING/Mercedes)
5 - Adrian Sutil (ALE/Force India)
6 - Jenson Button (ING/McLaren)
7 - Fernando Alonso (ESP/Ferrari)
8 - Jean-Eric Vergne (FRA/STR)
9 - Paul Di Resta (ESC/Force India)
10 - Kimi Raikkonen (FIN/Lotus)
11 - Nico Hulkenberg (ALE/Sauber)
12 - Valteri Bottas (FIN/Williams)
13 - Esteban Gutierrez (MEX/Sauber)
14 - Max Chilton (ING/Marussia)
15 - Giedo Van der Garde (HOL/Caterham)
Abandonaram a prova:
Sergio Pérez (MEX/McLaren)
Romain Grosjean (FRA/Lotus)
Daniel Ricciardo (AUS/STR)
Jules Bianchi (FRA/Marussia-Cosworth)
Pastor Maldonado (VEN/Williams-Renault)
Felipe Massa (BRA/Ferrari)
Charles Pic (FRA/Caterham-Renault)
sábado, 25 de maio de 2013
Vídeo: Indy 500, 1973
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| O acidente de Savage, em 1973 |
Na segunda-feira a largada foi dada às 15:00 devido a chuva, mas na partida Salt Whalter acabou por decolar e bater no alambrado jogando todo combustível na multidão que estava na beira da cerca. Junto dele outros pilotos se envolveram no acidente, mas sem gravidade. Whalter e outros 11 espectadores sofreram queimaduras. Quando o resgate retirava os carros e a pista era limpa, a chuva voltou ao Indianápolis e ela foi transferida para a terça.
No dia seguinte 32 carros estavam no grid - menos o de Salt Whalter - e a corrida teria a sua partida às 10:15 da manhã. Na saída do Pace Car a chuva voltou a cair e foi dada a bandeira vermelha. A direção de prova esperou até às 14:00 para que a chuva cessasse, mas esta não deu trégua e a corrida foi transferida para a quarta.
Desta vez, já na quarta-feira, a largada foi dada mesmo com a ameaça inicial de chuva, mas o sol estava brilhando quando a prova começou. A corrida transcorreu normalmente até a 57ª volta quando Swede Savage bateu forte no muro interno da curva quatro, indo parar na entrada da reta principal. A bandeira vermelha foi acionada e para piorar, um dos integrantes da equipe de Savage, Armando Teran, foi atropelado por um caminhão do corpo de bombeiros que trafegava pela contra-mão dos boxes.
Apesar de tudo isso a pista foi limpa e a corrida reiniciada, mas ela não durou muito: na 129ª volta a chuva desabou em Indianápolis e o diretor de provas decidiu encerrar a prova e Gordon Johncock foi o vencedor.
Savage ainda resistiu aos ferimentos até o dia 2 de junho, quando veio a falecer decorrente a uma hepatite B contraída numa transfusão de sangue.
Os acidentes desta edição forçou a USAC a mudar muita coisa para 1974, como diminuir a potência dos motores turbo que estavam chegando a quase 1.000cv com a adição de válvulas pop-off; o tanque de combustível foi reduzido de 75 para 40 litros; as enormes asas traseiras usadas em 73, foram cortadas pela metade; muros, cercas, a entrada de box e o afastamento do público no circuito de Indianápolis, foram as mudanças feitas no Speedway tornando-o mais seguro para pilotos e espectadores.
Somente nove anos depois é que Indianápolis presenciou outra morte, no acidente de Gordon Smiley durante os treinos para a edição de 1982.
Hunt em Mônaco, 1975
Trabalho como banderinha há quase 11 anos e a principal instrução que é nos dada quando um piloto abandona uma corrida, em qualquer circunstância que seja, é de não tocá-lo em momento algum afinal de contas o cara está com a cabeça a mil e qualquer revide dele a qualquer movimento que você faça em direção dele, mesmo querendo ajudá-lo, pode dar em um empurrão ou algum sopapo.
Tem um vídeo do James Hunt onde ele desfere um soco na cara de um comissário de pista quando este vai tentar lhe falar algo, ou ajudá-lo, mas dias atrás achei este onde ele acaba de abandonar o GP de Mônaco de 1975 após tocar rodas com Patrick Depailler na entrada da Mirabeau e indo parar no guard-rail e já fora do carro e extremamente furioso, por pouco não sai na mão com um bandeirinha quando este tentar tirar ele da rota do Hesketh que estava sendo resgatado.
Tem um vídeo do James Hunt onde ele desfere um soco na cara de um comissário de pista quando este vai tentar lhe falar algo, ou ajudá-lo, mas dias atrás achei este onde ele acaba de abandonar o GP de Mônaco de 1975 após tocar rodas com Patrick Depailler na entrada da Mirabeau e indo parar no guard-rail e já fora do carro e extremamente furioso, por pouco não sai na mão com um bandeirinha quando este tentar tirar ele da rota do Hesketh que estava sendo resgatado.
GP de Mônaco - Classificação - 6ª Etapa
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| Terceira pole para Rosberg e perspectiva de vitória em Monte Carlo, apesar do pessimismo do alemão com o ritmo do W04. (Foto: Reuters) |
Sebastian Vettel também tinha hipóteses de tentar a primeira colocação, mas seu tempo foi um décimo pior e terá Mark Webber ao seu lado na segunda fila, com três décimos de atraso para o pole. Kimi Raikkonen aparece em quinto, com Alonso logo em seguida. Perez, Sutil, Button e Vergne, num ótimo trabalho ao volante do Toro Rosso, fecha os dez primeiros.
Apesar de ter sido mais uma vez sensacional nos treinos, Rosberg ainda não está otimista com ritmo de corrida do W04, mas desconfio que desta vez a chance de sair do Principado com um resultado satisfatório - uma vitória, quem sabe - não é descartada. Pistas de rua normalmente tem um asfalto mais liso e isso acaba sendo benéfico para os carros que tem sofrido com o alto desgaste neste ano e curiosamente são as duas que mais tem sofrido com isso, que estão nas duas primeiras filas. Levando em conta que Rosberg no início de prova tem um ritmo melhor que o de Hamilton, o piloto alemão poderá se beneficiar disso e fugir na liderança da prova, enquanto Lewis fará o "trabalho sujo" de segurar a galera. Se realmente os carros prateados não sofrerem tanto com o desgaste, podem conseguir aí o resultado que tanto perseguem.
Por outro lado as apostas pendem mais para a Red Bull, principalmente com Vettel e isso vem de encontro com a história do baixo desgaste da borracha. Pode muito bem atacar um dos Mercedes já na largada e despachá-lo para terceiro e marcar de perto o outro e esperar pelas paradas de box para pular na liderança. Alonso e Raikkonen, que haviam apresentado boas performances durante os treinos livres, sairão da terceira fila e terão que depender das estratégias de box para conseguir algo de concreto na corrida de amanhã. Felipe Massa, que nem treinou devido o acidente pela manhã que destruiu o seu carro e não foi reconstruído a tempo, sairá da última colocação e fará uma corrida de muita paciência para tentar, ao menos, beliscar um ponto amanhã.
Grid de Largada para o Grande Prêmio de Mônaco - 6ª Etapa
1 - Nico Rosberg (ALE/Mercedes) - 1m13s876
2 - Lewis Hamilton (ING/Mercedes) - 1m13s967 - a 0s091
3 - Sebastian Vettel (ALE/RBR) - 1m13s980 - a 0s104
4 - Mark Webber (AUS/RBR) - 1m14s181 - a 0s305
5 - Kimi Raikkonen (FIN/Lotus) - 1m14s822 - a 0s946
6 - Fernando Alonso (ESP/Ferrari) - 1m14s824 - a 0s948
7 - Sergio Perez (MEX/McLaren) - 1m15s138 - a 1s262
8 - Adrian Sutil (ALE/Force India) - 1m15s383 - a 1s507
9 - Jenson Button (ING/McLaren) - 1m15s647 - a 1s771
10 - Jean-Eric Vergne (FRA/STR) - 1m15s703 - a 1s827
11 - Nico Hulkenberg (ALE/Sauber) - 1m18s331 - a 2s343
12 - Daniel Ricciardo (AUS/STR) - 1m18s344 - a 2s356
13 - Romain Grosjean (FRA/Lotus) - 1m18s603 - a 2s615
14 - Valtteri Bottas (FIN/Williams) - 1m19s077 - a 3s089
15 - Giedo van der Garde HOL/Caterham) - 1m19s408 - a 3s420
16 - Pastor Maldonado (VEN/Williams) - 1m21s688 - a 5s700
17 - Paul di Resta (ESC/Force India) - 1m26s322 - a 2s870
18 - Charles Pic (FRA/Caterham) - 1m26s633 - a 3s181
19 - Esteban Gutierrez (MEX/Sauber) - 1m26s917 - a 3s465
20 - Max Chilton (ING/Marussia) - 1m27s303 - a 3s851
21 - Jules Bianchi (FRA/Marussia) - sem tempo
22 - Felipe Massa (BRA/Ferrari) - sem tempo
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